Instituto Votorantim

AGP Ação
Climática

Fortalecer os municípios hoje é construir resiliência para o futuro.

Um programa de apoio à gestão pública que desenvolve capacidades locais para enfrentar riscos, adaptar-se às mudanças climáticas e proteger pessoas e territórios.

Desafio climático

A crise climática já faz parte da realidade dos municípios brasileiros

Enchentes, secas, queimadas, deslizamentos, ciclones e outros eventos extremos têm causado perdas humanas, sociais, ambientais e econômicas em diferentes regiões do país.

Reduzir as emissões de gases de efeito estufa é fundamental, mas já não é suficiente. Também é preciso preparar os municípios para enfrentar os impactos atuais e futuros das mudanças climáticas.

A adaptação climática fortalece a capacidade dos territórios de prevenir riscos, responder a emergências e construir soluções adequadas às necessidades de suas populações.

Veículo da defesa civil e agentes em ação em um município

Iniciativa
Ação Climática

Conhecimento, ferramentas e apoio técnico para fortalecer os municípios

Criada em 2023 pelo Instituto Votorantim, a iniciativa Ação Climática apoia municípios de pequeno e médio porte no fortalecimento de suas capacidades institucionais e de planejamento.

Sua atuação está organizada em três frentes complementares:

AGP Ação Climática

Capacidade local para transformar planejamento em ação

O AGP Ação Climática é um programa de Apoio à Gestão Pública que oferece mentoria e assessoria técnica, com duração de até quatro anos, a municípios de pequeno e médio porte.

O trabalho parte do diagnóstico e das necessidades de cada território. Em vez de oferecer soluções prontas, o programa atua com gestores, servidores públicos e parceiros locais na construção de respostas adequadas à realidade de cada município.

O programa busca:

  1. Fortalecer as capacidades técnicas e gerenciais das equipes municipais;
  2. Aprimorar o planejamento e a gestão de riscos climáticos;
  3. Ampliar a integração entre secretarias e parceiros externos;
  4. Apoiar a criação e o fortalecimento de políticas, instrumentos e estruturas de governança;
  5. Melhorar a comunicação e o envolvimento da população;
  6. Reduzir vulnerabilidades e contribuir para a proteção de pessoas e territórios.
Equipe municipal reunida em torno de um mapa durante oficina de planejamento

Como funciona

  1. Uma jornada construída com cada município

    A atuação acontece em ciclos anuais e evolui ao longo de até quatro anos, fortalecendo progressivamente a liderança e a autonomia das equipes municipais.

  2. Ativação e identificação de lideranças

    Mobilização das equipes municipais e dos atores que participarão da jornada.

  3. Diagnóstico e priorização

    Identificação das capacidades existentes, dos principais desafios e das competências que precisam ser desenvolvidas.

  4. Desenvolvimento de competências

    Mentorias, capacitações e apoio técnico para transformar prioridades em planos, instrumentos e ações.

  5. Implementação e avaliação

    Acompanhamento das iniciativas, análise dos avanços e definição dos próximos passos.

Uma jornada de até quatro anos para construir autonomia

  1. Ano 1 – Estruturar

    Bases técnicas e institucionais.

  2. Ano 2 – Implementar

    Equipes municipais lideram as ações priorizadas.

  3. Ano 3 – Ampliar

    Município amplia sua liderança e aperfeiçoa as iniciativas.

  4. Ano 4 – Consolidar

    Capacidades e ferramentas são incorporadas para a continuidade da atuação.

Competências desenvolvidas

A metodologia trabalha dois eixos complementares:

Gestão de riscos de desastres

Prevenção e redução de riscos, preparação para emergências e fortalecimento da capacidade de resposta dos municípios.

Adaptação e resiliência climática

Desenvolvimento de capacidades para que políticas públicas, estruturas e comunidades estejam mais preparadas para os efeitos das mudanças climáticas.

Ao longo da jornada, podem ser desenvolvidas oito competências:


  • acesso e uso de dados
  • capacidade financeira e de implementação
  • políticas, instrumentos e marcos regulatórios
  • comunicação e transparência
  • participação social
  • governança multiatores e multissetorial
  • justiça climática e socioambiental
  • transversalidade da agenda climática

Onde estamos

Uma rede que já alcança

20 municípios

em seis estados brasileiros

Mapa do Brasil com os seis estados de atuação destacados

Mato Grosso

  • Aripuanã

Goiás

  • Niquelândia

Rio Grande do Sul

  • Esteio
  • Taquari
  • Cachoeirinha
  • Gravataí
  • Nova Santa Rita
  • Montenegro
  • Sapucaia do Sul
  • Terra de Areia
  • Três Cachoeiras
  • Triunfo

Rio Grande do Norte

  • Lajes

Minas Gerais

  • Muriaé
  • Vazante

São Paulo

  • Juquitiba
  • Juquiá
  • Alumínio
  • Matão
  • Piraju

Ferramentas e materiais

Conhecimento para apoiar decisões e fortalecer a gestão pública

Índice de Vulnerabilidade Climática dos Municípios – IVCM

Conheça os riscos e as vulnerabilidades climáticas dos municípios brasileiros a partir de uma leitura integrada de dados públicos.

Parceiros

Uma atuação construída em rede

O AGP Ação Climática reúne empresas, institutos, organizações técnicas e parceiros locais comprometidos com o fortalecimento da capacidade de adaptação dos municípios.

Parceiros institucionais e financiadores

  • CBA
  • Nexa
  • Citrosuco
  • Auren
  • Motiva
  • Itaúsa

Parceiros estratégicos

  • Dexco
  • Reservas Votorantim
  • Votorantim Cimentos

Parceiros de implementação

  • FGV EAESP — Centro de Estudos em Sustentabilidade
  • EloGroup

Contato

Quer saber mais sobre o AGP Ação Climática?

Entre em contato com o Instituto Votorantim.

comunicacao@institutovotorantim.org.br